Famílias que escolheram o Alpendre

O que as famílias dizem

Cada família chega com uma história diferente

Nesta página reunimos alguns relatos de famílias que passaram pelo processo de escolher o Alpendre. Nomes estão com iniciais para preservar a privacidade.

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6+

anos atendendo famílias em Joinville

120+

famílias atendidas desde 2019

4,8

média de avaliação das famílias

3

arranjos distintos disponíveis

Relatos

O que as famílias contam

CR

C. R. — filha

Jaraguá do Sul, SC

"Minha mãe começou com dois dias por semana de convivência diurna. Ela chegava em casa à tarde com mais disposição do que tinha quando ficava sozinha. Depois de dois meses, foi ela mesma que pediu para ir mais dias."

Julho de 2025

MB

M. B. — filho

Joinville, SC

"Precisamos de uma semana de estadia quando tivemos que viajar por conta de um funeral da família. O tempo de resposta deles foi rápido e a conversa prévia que fizeram com meu pai antes da chegada fez toda a diferença. Ele não ficou desorientado."

Junho de 2025

LS

L. S. — cônjuge

Joinville, SC

"Meu marido mora no Alpendre há oito meses. O quarto tem a poltrona e os quadros dele. A equipe conhece o nome de todos os netos. Quando vou visitar, ele está no jardim ou jogando carta — não sentado numa cadeira esperando."

Julho de 2025

PV

P. V. — filha

São Bento do Sul, SC

"O que mais gostei foi a honestidade deles desde o começo. Quando liguei, a primeira pergunta que fizeram foi 'o que a sua mãe gosta de fazer?'. Isso me disse muito sobre como eles trabalham."

Julho de 2025

AF

A. F. — filho

Joinville, SC

"Meu pai era muito resistente à ideia de 'ir para um lugar'. O que ele aceitou foi 'passar alguns dias numa casa com outras pessoas'. Essa distinção importa, e o Alpendre entendeu isso sem que precisássemos explicar muito."

Junho de 2025

TN

T. N. — neta

Joinville, SC

"Toda semana recebia uma nota sobre como minha avó estava. Não era um formulário — era um texto de uma pessoa que realmente tinha prestado atenção nela naquela semana. Isso valia muito para mim que moro em Curitiba."

Julho de 2025

Histórias com mais detalhe

Situações que as famílias viveram

A situação

Mãe independente, dias longos sozinha

Dona Neusa, 74 anos, morava com a filha em Joinville mas ficava sozinha das 8h às 18h durante a semana. A filha trabalhava fora e a preocupação era crescente.

O que foi feito

Começo com dois dias

Dona Neusa começou com segunda e quarta no programa diurno. A conversa prévia identificou que ela gostava de cuidar de plantas — o jardineiro da casa passou a contar com ela nas tardes.

O que aconteceu

Quatro dias por semana em três meses

Em três meses ela pediu para ampliar para quatro dias. A filha conta que a mãe "tem assunto para contar" quando chega em casa — algo que não acontecia antes.

"Ela chegava antes falando que estava bem. Hoje chega contando o que aconteceu no dia. Essa diferença é grande."

A situação

Filho único precisava viajar

Paulo, 68 anos, vivia sozinho. Seu filho — único familiar próximo — precisou viajar ao exterior por dez dias para trabalho e não tinha com quem deixar o pai.

O que foi feito

Semana de estadia com planejamento prévio

O filho ligou dez dias antes. A conversa de acolhimento identificou que Paulo gostava de xadrez e de jornal pela manhã. O quarto teve um tabuleiro e os jornais chegavam antes do café.

O que aconteceu

Voltou para uma segunda estadia

Quando o filho voltou, Paulo perguntou se poderia repetir a estadia na próxima viagem — antes mesmo de o filho mencionar isso. Voltou mais duas vezes no mesmo ano.

"Meu pai é difícil de agradar. Quando ele pediu para voltar, eu soube que tinha sido a escolha certa."

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Sáb: 9h–13h

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